Quando as coisas estavam mais favoráveis pra Lula e pro STF o pior aconteceu. Uma manifestação que ninguém dava nada tomou proporções inimagináveis e culminou com um ato de força. Manifestantes rompem cordão para invadir Congresso, STF e Palácio do Planalto; assista vídeo.
Prédios foram vandalizados, janelas foram quebradas e houve incêndios; a polícia recapturou o prédio da Suprema Corte. A concentração de manifestantes em Brasília aumentou na madrugada deste domingo, quando cerca de cem ônibus transportando manifestantes com a bandeira verde e amarela do Brasil chegaram à capital federal.
A princípio, o comportamento no acampamento em frente ao quartel foi pacífico, mas a situação saiu do controle quando os manifestantes desceram a Corniche, que estava cercada e os pedestres não podiam entrar.
Com o agravamento da situação, as forças de segurança usaram spray de pimenta e gás paralisante para tentar impedir a invasão, mas as barreiras foram derrubadas pelos presentes e começaram a invadir o parlamento e outros prédios.
O ministro Flavio Dino declarou na Corniche que "essa tentativa absurda de impor a vontade pela força não terá sucesso". "Governo do Distrito Federal diz que reforços estão chegando. As forças à nossa disposição estão trabalhando. Estou na sede do Ministério da Justiça", escreveu.
O ministro Flavio Dino declarou na Corniche que "essa tentativa absurda de impor a vontade pela força não terá sucesso". "Governo do Distrito Federal diz que reforços estão chegando. As forças à nossa disposição estão trabalhando. Estou na sede do Ministério da Justiça", escreveu.
No sábado, dia 7, o exército nacional, com autorização do ministro se necessário, reuniu suas tropas em frente ao prédio do Ministério da Justiça.
No documento assinado por Dino, foi informado que seriam utilizados seguranças "para auxiliar na proteção da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a Rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes, bem como na proteção regular e sistemática do sindicato localizado em Brasília. outros bens". Cerca de 400 homens estão à disposição em Brasília neste final de semana.
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Edição e texto: Theta Wellington
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